CONTRA AS HERESIAS SANTO IRENEU PDF

«recapitula», como disse Santo Ireneu de Lyon, o laço de amor entre [ ] . Santo Ireneu escreveu seu clássico Adversus Haereses (Contra as heresias); se um. 1 jul. Por fim, concluímos com Santo Irineu, afirmando que “a diversidade de carismas, (Do Tratado contra as heresias, de Santo Irineu, bispo, Lib. Os Sete Diáconos foram líderes eleitos pela igreja antiga para pregar para as pessoas de Jerusalém. Consta que houve lamentos da parte dos “judeus que falavam grego” (“hellēnistōn”) contra os “judeus que falavam hebraico” (” hebraious”) porque De acordo com Ireneu de Lyon em sua Adversus Haereses, os nicolaítas.

Author: Mazurn Mulabar
Country: Ethiopia
Language: English (Spanish)
Genre: Software
Published (Last): 21 May 2014
Pages: 168
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O afastamento de ambas tem, em especial,permitido a existncia de uma disciplina ambgua: Desde o inciodo sculo, e sobretudo nos ltimos vinte anos, vem se desenvolvendo um ramo dacincia histrica que estuda a evoluo da prpria cincia histrica no interior dodesenvolvimento histrico global: Que relaes tem a histria com o tempo, com a durao, tanto com o tempo”natural e cclico do clima e das estaes quanto com o tempo vivido e naturalmenteregistrado dos indivduos e das sociedades?

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Por um lado, para domesticar o temponatural, as diversas sociedades e culturas inventaram um instrumento fundamental, que tambm um dado essencial da histria: Da Antiguidade ao sculo XVIIIdesenvolveu-se, ao redor do conceito de decadncia, uma viso pessimista da histria,que voltou a apresentar-se em algumas ideologias da histria no sculo XX. J com oIluminismo afirmou-se uma viso otimista da histria a partir da idia de progresso, queagora conhece, na segunda metade do sculo XX, uma crise.

Tem, pois, a histria umsentido? E existe um sentido da histria? A histria incapaz de prever e de predizer o futuro. Ento como se coloca elaem relao a uma nova “cincia”, a futurologia?

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Na realidade, a histria deixa de sercientfica quando se trata do incio e do fim da histria do mundo e da humanidade. Quanto origem, ela tende ao mito: Quanto ierneu final, ela cede o lugar religio e, emparticular, s religies de salvao que construram um “saber dos fins ltimos” aescatologiaou s utopias do progresso, sendo a principal o marxismo, que justape 5. Todavia, no nvel da prxis dos historiadores, vem sendodesenvolvida uma crtica do conceito de origens e a noo de gnese tende a substituir aidia de origem.

Em contato com outras cincias sociais, o historiador tende hoje a distinguirdiferentes duraes histricas. Existe um renascer do interesse pelo evento, emboraseduza mais a perspectiva da longa durao. Esta conduziu alguns historiadores, tantoatravs do uso da noo de estrutura quanto mediante b dilogo com a irenej, aelaborar a hiptese da existncia de uma histria “quase imvel”.

Mas pode existir umahistria imvel? E que relaes tem a histria com o estruturalismo ou osestruturalismos? E no existir tambm um movimento mais amplo de “recusa dahistria”? A idia da histria como histria do homem foi substituda pela idia dahistria como histria dos homens em sociedade. Mas ser que existe, se que podeexistir, somente uma [pg. J se desenvolveu uma histria doclima no se deveria escrever tambm uma histria da natureza?

Tal o significado do termo grego e da sua raiz indo-europia wid- weid- sabto. Assim, histria comeou como um relato, a narraodaquele que pode dizer “Eu vi, senti”. Este aspecto da histria-relato, da histria-testemunho, jamais deixou de estar presente no desenvolvimento da cincia histrica. Paradoxalmente, hoje se assiste crtica deste tipo de histria pela vontade de colocar aexplicao no lugar da narrao, mas tambm, ao mesmo tempo, presencia-se orenascimento da histria-testemunho atravs do “retorno do evento Nora ligado aosnovos media, ao surgimento de jornalistas entre os historiadores e ao desenvolvimentoda “histria imediata”.

Contudo, desde a Antiguidade, a cincia histrica, reunindo documentos escritos efazendo deles testemunhos, superou o limite do meio sculo ou do sculo abrangidopelos historiadores que dele foram testemunhas oculares e auriculares.

A constituio debibliotecas e de arquivos forneceu assim os materiais da histria. Foram elaboradosmtodos de crtica cientfica, conferindo histria um dos seus aspectos de cincia emsentido tcnico, a partir dos primeiros e incertos passos da Idade Mdia Guenemassobretudo depois do final do sculo. Portanto, no se tem histria sem erudio. Mas do mesmomodo que se fez no sculo XX a crtica da noo de fato histrico, que no um objetodado e acabado, pois resulta da construo do historiador, tambm se faz hoje a crticada noo de documento, que no um material bruto, objetivo e [pg.

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Ao mesmo tempo ampliou-se a rea dosdocumentos, que a histria tradicional reduzia aos textos e aos produtos da arqueologia,de uma arqueologia muitas vezes separada da histria.

Hoje os documentos chegam aabranger a palavra, o gesto. Constituem-se arquivos orais; so coletados etnotextos. Enfim, o prprio processo de arquivar os documentos foi revolucionado pelocomputador.

A histria quantitativa, da demografia economia at o cultural, estligada aos progressos dos mtodos estatsticos e da informtica aplicada s cinciassociais.

O afastamento existente entre a “realidade histrica” e a cincia histrica permitiua filsofos e historiadores propor da Antiguidade at hoje sistemas de explicaoglobal da histria para o sculo XX, e em sentidos extremamente diferentes, podem serlembrados Spengler, Weber, Croce, Gramsci, Toynbee, Heresiss, etc.

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A maior parte doshistoriadores manifesta uma desconfiana mais ou menos marcada em relao filosofia da histria; porm, no obstante isso, eles no se voltam para o positivismo,triunfante na historiografia alem Ranke ou francesa Langlois e Seignobos no finaldo sculo XIX e incio do XX.

Entre a ideologia e o pagamento eles so os defensoresde uma histria-problema Febvre. Para captar o desenrolar da histria e fazer dela o objeto de uma verdadeiracincia, historiadores e filsofos, desde a Antiguidade, esforaram-se iremeu encontrar edefinir as leis da histria. As tentativas mais estimulantes e que sofreram a falnciaestrondosa so as velhas teorias crists do providencialismo Bossuet e o marxismovulgar, que insiste no obstante Marx no falar de leis da histria como acontece sanoem fazer do materialismo histrico uma pseudocincia do determinismohistrico, cada vez mais desmentida pelos fatos e pela reflexo histrica.

Em compensao, a possibilidade de unia leitura racional a posteriori da histria,o reconhecimento de certas regularidades no seu decurso fundamento de umcomparatismo da histria das diversas sociedades e das diferentes estruturasaelaborao [pg. As condies nas quais trabalha o historiador explicam ademais por que se tenhacolocado e se ponha sempre o problema da objetividade do historiador.

A tomada deconscincia wanto construo do fato histrico, da no-inocncia do documento, lanouuma luz reveladora sobre os processos de manipulao que se manifestam em todos osnveis da constituio do saber histrico. Mas ierneu constatao no deve desembocarnum ceticismo de fundo a propsito da objetividade histrica e num abandono da noode verdade em histria; pelo contrrio, os contnuos xitos no desmascaramento e nadenncia das mistificaes e das falsificaes da histria permitem um relativootimismo a esse respeito.

Isso no impede que o horizonte da objetividade que deve ser o do historiador nodeva ocultar o fato de que a histria tambm uma prtica social Certeau e que, sedevem ser condenadas as posies que, na linha de um marxismo vulgar ou de umreacionarismo igualmente vulgar, confundem cincia histrica e empenho poltico, legtimo observar que a leitura da histria do mundo se articula sobre uma vontade detransform-lo por exemplo, na tradio revolucionria marxista, mas tambm em outrasperspectivas, como aquelas dos herdeiros de Tocqueville e de Weber, que associamestreitamente anlise histrica e liberalismo poltico.

A crtica da noo de fato histrico tem, alm disso, provocado o reconhecimentode “realidades” histricas negligenciadas por muito tempo pelos historiadores. Junto histria poltica, histria econmica e social, histria cultural, nasceu uma histriadas representaes. Esta assumiu formas diversas: Enfim, a prpria heresiss histrica, com o desenvolvimento da historiografia, ou histriada histria, colocada numa perspectiva histrica. Todos os novos setores da histria representam um enriquecimento notvel, desdeque sejam evitados dois erros: Mas tambm no privilegiar as novas realidades,no lhes conferir, por sua vez, um papel exclusivo de motor da histria.

Uma explicaohistrica eficaz deve reconhecer a existncia do simblico no interior de toda realidadehistrica includa a econmicamas tambm confrontar as representaes histricascom as realidades que elas representam e que o historiador apreende mediante outrosdocumentos e mtodos por exemplo, confrontar a ideologia poltica com a prxis e oseventos polticos.

E toda histria deve ser uma histria social. Por fim, o carter “nico” dos eventos histricos, a necessidade do historiador demisturar relato e dontra fizeram da histria um gnero literrio, uma arte ao mesmotempo que uma cincia. O crescente tecnicismo dacincia histrica tornou mais difcil para o historiador parecer tambm escritor. Masexiste sempre uma escritura da histria. O instrumento principal da cronologia o calendrio, que vai muito alm dombito do histrico, sendo mais que nada o quadro temporal do funcionamento dasociedade.

O calendrio revela o esforo realizado [pg. Porm, suas articulaes mais eficazes ahora e a semana esto ligadas cultura e no natureza.

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O calendrio o produto eexpresso da histria: Ele manifesta o irneu dassociedades humanas para transformar o tempo cclico da natureza e dos mitos, do eternoretomo, num tempo linear escandido por grupos de anos: Hoje, a aplicao histria dos dados da filosofia, da cincia, da experinciaindividual e coletiva tende a introduzir, junto conntra quadros mensurveis do tempohistrico, a noo de durao, de tempo vivido, de tempos mltiplos e relativos, detempos subjetivos ou simblicos.

O tempo histrico encontra, num nvel muitosofisticado, o velho tempo da memria, que atravessa a histria e a alimenta. Para a criana, “compreender o tempo significa libertar-se do presente” Piaget ,mas o tempo da histria no nem o do psiclogo nem o do lingista.

Por outro lado, a constatao de que aviso de um snato passado muda segundo as pocas e que o historiador est submetidoao tempo em que heresis, conduziu tanto ao ceticismo sobre a possibilidade de conhecer opassado quanto a um esforo para eliminar qualquer referncia ao presente iluso dahistria romntica maneira de Michelet “a herrsias integral do passado ou dahistria positivista Ranke “aquilo que realmente aconteceu.

Com efeito, o interessedo passado [pg. At o Renascimento e mesmo at o final dosculo XVIII, as sociedades ocidentais valorizaram o passado, o tempo das origens edos ancestrais hheresias para eles como uma poca de inocncia e felicidade. Esta idia de decadncia foiretomada para exprimir a fase final da histria das sociedades e das civilizaes; ela seinsere num pensamento mais ou menos cclico da histria Vico, Montesquieu, Gibbon,Spengler, Toynbee e em geral o produto de uma filosofia reacionria da histria, umconceito de escassa utilidade para a cincia histrica.

Na realidade, a idia de progresso triunfou com o Iluminismo contga no sculo XIX e incio do XX, considerando sobretudo os progressos Depois da Revoluo Francesa, ideologia do progresso foicontraposto um esforo de reao, cuja expresso foi sobretudo poltica, mas que sebaseou numa leitura “reacionria” da histria.

Em meados do sculo XX, os fracassosdo marxismo e a revelao do mundo stalinista e do gulag, os horrores do fascismo eprincipalmente do nazismo e dos campos de concentrao, os mortos e as destruies daSegunda Guerra Mundial, a bomba atmica primeira encarnao histrica “objetiva”de um possvel apocalipsea descoberta de culturas diversas do ocidente conduziram auma crtica da idia de progresso conhra La crise du progrs, de Friedmann, de A crena num progresso linear, contnuo, irreversvel, que se desenvolvesegundo um modelo em todas as sociedades, j quase no existe.

A histria que nodomina o futuro passa a defrontar-se com crenas que conhecem hoje um granderevival: Estasperspectivas podem aplicar-se s cincias sociais e histria. Assim, a gentica tende arecuperar a idia de evoluo e progresso, porm, dando iireneu espao ao evento e -scatstrofes Thom: A histria seria feita segundo ritmos diferentes e a tarefado historiador seria, primordialmente, reconhecer tais ritmos.

Em vez do estratosuperficial, o tempo rpido dos eventos, mais importante seria o nvel mais profundodas realidades que mudam devagar geografia, cultura material, mentalidades: O dilogo doshistoriadores da longa durao com as outras cincias sociais e com as cincias danatureza e da vida a economia e a geografia ontem, a antropologia, a demografia e abiologia hoje conduziu alguns deles idia de uma histria “quase imvel” Braudel,Le Roy Ladurie.

Colocou-se ento a hiptese de uma histria imvel. Quanto histria, ela s pode ser uma cincia da mutao e da explicao irenu mudana. Com os diversos estruturalismos, a histria pode ter relaes frutferas sob duascondies: Todavia podemosperguntar-nos se a moda do estruturalismo no est ligada a uma contraa recusa da histriaconcebida como ditadura do passado, justificativa da “reproduo” Dontrapoder de[pg.

Mas tambm na extrema esquerda reconheceu-se que seria perigosofazer “tbula rasa do passado” Chesneaux. O “fardo da histria” no sentido “objetivo”do termo Hegelpode e deve encontrar o seu contrapeso na cincia histrica como”meio de libertao do passado” Arnaldi. Os historiadores cristos, oshistoriadores do Renascimento e do Iluminismo no obstante reconhecessem adiversidade dos “costumes” pensavam estar fazendo a histria do homem.

Oshistoriadores modernos observam que a histria a cincia da evoluo das sociedadeshumanas. Mas a evoluo das cincias levou a pr-se o problema de saber se nopoderia existir uma histria diferente daquela do homem. J se desenvolveu umahistria do clima; contudo, ela apresenta um certo interesse para a histria s na medidaem que esclarece certos fenmenos da histria das sociedades humanas modificaodas culturas, do habitat, etc.

Agora se pensa numa histria da natureza Romanomasela reforar sem dvida o carter “cultural” portanto, histrico da noo denatureza. Assim, atravs das ampliaes do seu mbito,a histria se torna sempre co-extensiva em relao ao homem.